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    Albert Einstein

    "O ser humano vivencia a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo - numa espécie de ilusão de ótica de sua consciência. E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza em sua beleza. Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é, por si só, parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior."

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O Mito da Caverna de Platão

O Mito da Caverna

→ Origem: Wellesley (Personagens e Contos da Mitologia)

 

Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas a frente, não podendo girar a cabaça nem para trás nem para os lados. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semi-obscuridade, enxergar o que se passa no interior.A luz que ali entra provém de uma imensa a alta fogueira externa. Entre ele e os prisioneiros – no exterior, portanto – há um caminho ascendente ao longo do qual foi erguida uma mureta, como se fosse a parte fronteira de um palco de marionetes. Ao longo dessa mureta-palco, homens transportam estatuetas de todo tipo, com figuras de seres humanos, animais e todas as coisas.

Esquema da Caverna.

Por causa da luz da fogueira e da posição ocupada por ela os prisioneiros enxergam na parede no fundo da caverna as sombras das estatuetas transportadas, mas sem poderem ver as próprias estatuetas, nem os homens que as transportam.

Como jamais viram outra coisa, os prisioneiros imaginavam que as sombras vistas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que são sombras, nem podem saber que são imagens (estatuetas de coisas), nem que há outros seres humanos reais fora da caverna. Também não podem saber que enxergam porque há a fogueira e a luz no exterior e imaginam que toda a luminosidade possível é a que reina na caverna.

Que aconteceria, indaga Platão, se alguém libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? Em primeiro lugar, olharia toda a caverna, veria os outros seres humanos, a mureta, as estatuetas e a fogueira. Embora dolorido pelos anos de imobilidade, começaria a caminhar, dirigindo-se à entrada da caverna e, deparando com o caminho ascendente, nele adentraria.

Num primeiro momento ficaria completamente cego, pois a fogueira na verdade é a luz do sol e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela. Depois, acostumando-se com a claridade, veria os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxergaria as próprias coisas, descobrindo que, durante toda a sua vida, não vira senão sombra de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora está contemplando a própria realidade.

Libertado e conhecedor do mundo, o prisioneiro regressaria à caverna, ficaria desnorteado pela escuridão, contaria aos outros o que viu e tentaria libertá-los.

Que lhe aconteceria nesse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele, não acreditariam em suas palavras e, se não conseguissem silenciá-lo com suas caçoadas, tentariam fazê-lo espancando-o e, se mesmo assim, ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna, certamente acabariam por matá-lo. Mas, quem sabe alguns poderiam ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, também decidissem sair da caverna rumo à realidade.

O que é a caverna? O mundo em que vivemos. Que são as sombras das estatuetas? As coisas materiais e sensoriais que percebemos. Quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? O filósofo. O que é a luz exterior do sol? A luz da verdade. O que é o mundo exterior? O mundo das idéias verdadeiras ou da verdadeira realidade. Qual o instrumento que liberta o filósofo e com o qual ele deseja libertar os outros prisioneiros? A dialética. O que é a visão do mundo real iluminado? A Filosofia. Por que os prisioneiros zombam, espancam e matam o filósofo (Platão está se referindo à condenação de Sócrates à morte pela assembléia ateniense)? Porque imaginam que o mundo sensível é o mundo real e o único verdadeiro.

Leia também: Platão, República, Livro VII, 514a-517c

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3 Respostas

  1. muito obrigada vcs me ajudaram muito num trabalho de filosofia o site é otimo

  2. Essa ‘filosofia da caverna’ é apenas o ser humano descobrindo que não passamos de ignorantes, essa é a pura realidade….

    Minha filosofia é a seguinte:
    O ser humano que é criatura só se completa quando encontra o Criador.
    Deus é o Criador! Infelizmente não reconheçemos isso por orgulho, por achar-mos auto suficiente, mais eu digo que todos nós (sem exessão de ninguem) iremos prestar contas perante o Tribunal de Deus, queira acreditar ou não Nele, sera semelhante á um julgamento onde Deus é o Juiz, satanáz o acusador, nós o réu, e graças ao Sacrifício de Jesus ele sera o nosso advogado para nos defender.
    Aceite Ele…cumprindo seus mandamentos.

    Deus lhes abençoe.

  3. Dentre outros problemas, a questão da natureza e do limite do conhecimento. Em outras palavras, uma provocação epistemológica: O que é a verdade? (essência versus aparência).
    Como se sabe, o idealismo platônico assevera a existência de um mundo onde se localizam as essências – o mundo das idéias – em contraste com seus meros reflexos: o mundo das aparências, aquele que se mostra a nossa consciência imediata, consciência não reflexiva e que, portanto, não pode atingir a “verdadeira” verdade dos seres, verdade esta apenas captável por meio da fé no altissimo.
    Talvez dizer que no mundo de hoje a maioria vivem de ilusão, terá a mesma
    repercussão que houve quando os presos ouviram que lá em cima a realidade era
    outra. Não irão acreditar, porque estão dentro da escura caverna dos seus atos “pecados”,
    mentes embotadas permitindo-lhes perceber uma somente uma pálida sombra das coisas. O deus deste século, o entendimento, cega lhes os olhos e enrijece os
    corações das pessoas , para não acreditarem no mensageiro , que viu , verificou, atestou a realidade das coisas. Vivem presos nas escuridões, e enclausurados
    como estão , acreditam só nas sombras.
    João 12:40 Cegou-lhes os olhos, e endureceu-lhes o coração, A fim de que não vejam com os olhos, e compreendam no coração, e se convertam, e eu os cure.
    Os confinados nas cavernas escuras da vida; cegos de olhos e entendimentos, a única luz que acreditam é de uma grande fogueira, dificilmente acreditará na
    realidade da luz do evangelho de Cristo , que é a luz verdadeira, o Sol da Justiça, a verdadeira imagem do Eterno.

    2 Coríntios 4:4 Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo,
    que é a imagem do eterno. Preferem o caos espiritual dentro de cavernas “Templos”, que escalar a íngreme escada da realidade espiritual , contemplada por aqueles que tiveram suas vistas acostumadas a luz e pode contemplar nitidamente a realidade do sol da justiça ( Ml
    4:2) .Cristo é a Luz que penetra as cavernas e abismos para resgatar o mais vil pecador . Lucas 2:32 Luz para iluminar as nações, e para glória de teu povo Israel.

    Não existem cavernas e prisões escuras que possa com os seguidores do eterno. João 8:12 Falou-lhes, pois, Cristo outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.
    Não existe crente eremita, caverna não é lugar para servos do Eterno
    1 Reis 19:9 E ali entrou numa caverna e passou ali a noite; e eis que a palavra do Eterno veio a ele, e lhe disse: Que fazes aqui Elias?

    Quando a pessoa tem um encontro com Cristo, descobre que sua vida passada foi um longo tempo perdido , toda a vida acreditando em sombras , e a realidade estava a poucos metros acima.

    Quem tem Cristo não vive preso e enganado com mitos de fogueira , sombras e superstições , porque já contemplou a realidade . Ninguém deixa o original pelo fictício.

    Cristo é a luz mas é luz fora da caverna pois a caverna é lugar de escuridão, cabe ao homen vir a luz, sair da caverna e verá a luz que o espera. saia da caverna e contemplara a luz que é Cristo o Salvador.

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